Testes online e privacidade: você sabe quais dados fornece?

15 de dezembro de 2017

Testes que circulam pelo Facebook podem fornecer dados dos usuários para outras empresas.

Muitos usuários do Facebook gostam de fazer testes online e postar os resultados nos feeds para comentar com amigos. Não é à toa: os mais divertidos realmente conseguem mexer com a curiosidade da pessoa. Só que nem sempre é uma boa ideia fazê-los. O motivo? Muitos deles são profundamente invasivos e permitem acesso a vários dados do usuário.

Há um tempo atrás, um teste fez sucesso formando uma nuvem de palavras baseada nos termos mais usados pelo usuário ao longo do ano. Interessante, não? O teste ganhou popularidade no Brasil e no mundo.

No entanto, foi feita uma pesquisa para observar a quais dados os responsáveis pelo teste estavam tendo acesso, e isso inclui: nome, data de nascimento, cidade, detalhes da sua educação, tudo que a pessoa já curtiu e publicou, fotos publicadas e fotos em que o usuário está marcado, qual navegador ele usa, seu idioma, seu endereço de IP e sua lista de amigos.

O Facebook instaurou há algum tempo um recurso que permite filtrar quais dados o usuário fornece aos aplicativos como este. Alguns serviços aceitam a quantidade reduzida de informação, mas não é o caso deste teste das palavras mais usadas. Se o usuário decide não dar acesso a tudo, o teste não funciona.

A empresa por trás do teste se chama Vonvon.me, que tem algumas políticas de privacidade pouco claras. Elas preveem que, mesmo que o usuário encerre sua conta, a empresa tem o direito de continuar guardando e usando as suas informações, armazenando-as em qualquer servidor espalhado pelo mundo. O texto no documento dá a entender que a empresa também pode vender esses dados.

A gigante em antivírus Kaspersky, através da pesquisa “Você é um especialista em cibernética?”, verificou que 63% dos entrevistados afirma não ler o contrato de licença antes de instalar um novo aplicativo em seu dispositivo. O grande problema é que alguns dos aplicativos são capazes de invadir a privacidade do usuário, e ainda instalar outros programas e até mesmo alterar a configuração do sistema operacional de um aparelho de forma totalmente legal, já que o usuário clicou em “Aceito”.

Depende do quanto você quer ficar exposto

Em outras palavras, é possível que você receba ofertas direcionadas, convites para usar outros apps e muito mais conteúdo indesejado no seu e-mail ou perfil do Facebook. Além disso, sabe-se lá qual vai ser o direcionamento que esses dados e até as suas fotos terão na rede social. Por isso, se você quiser muito usar o app, uma possibilidade é só deixar a VonVon fuçar no que é obrigatório e desmarcar as demais caixas.

As dicas que a Kaspersky deixa aos usuários para protegerem os dados são: Não aceitar todos os convites de jogos e aplicativos nas redes sociais; ler atentamente as condições de uso e verificar com frequência as configurações dos aplicativos na conta do Facebook, excluindo os que não são mais usados.


Agora fica por sua conta: vale a pena ceder tantas informações em nome de uma brincadeira no Facebook? Comente o que você acha!

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https://www.tecmundo.com.br/facebook/115404-celebridade-voce-parece-nao-virus-pega-dados-facebook.htm